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A sociedade ocidental tende a valorizar, muitas vezes, a posse de bens materiais como razão para se possuir a felicidade e a aceitação. Estes representam valores externos que se associam à ilusão de se possuir estima pessoal.

Possuir bens materiais, no entanto, não possui correlação com o "interior" do ser humano, ou seja, com o seu verdadeiro Eu. A educação ocidental prioriza o ter e os indi-víduos não se apercebem do seu compromisso com o crescimento espiritual nem do seu propósito de vida.

A posse de bens materiais, mesmo importante, muitas vezes é utilizada para se obter a aprovação, superar e dominar o outro, não correspondendo, na maioria das vezes, a conse-qüência natural do progresso pessoal.

O bem material uma vez obtido, com o tempo, perde o seu encanto e logo é substituído pelo desejo de se obter um novo bem. Muitas vezes o objetivo é o "desafio" de poder ter o bem material e não a sua posse, efetivamente.

Contrariamente, o prazer da busca por auto-estima advém em se conseguir conquistá-la e quanto mais felicidade se obtém, maior a estima pessoal. A auto-estima não se compra, ela faz parte de um processo a ser vivido e não um bem material a ser adquirido. Não possuir estima pessoal é viver insatisfeito com tudo.

A busca por melhoria na qualidade de vida deveria ser vista como natural. O problema reside na necessidade de se "ter" e de "competir" como forma de se auto-afirmar e estimular a vaidade, o que causa frustrações e descontentamentos.

Deve-se procurar, então, rever as expectativas impostas pela sociedade e a exigência de que se tenha um compor-tamento que nem sempre pode ser assumido por não repre-sentar os valores e as necessidades que se têm no coração.

Torna-se necessário, então, o aprimoramento da conscienti-zação interior, da harmonia, do equilíbrio e da expressão do amor incondicional, existente em cada um de nós e que corresponde ao o objetivo para que haja a auto-estima. Você é responsável pelos sentimentos em relação a si próprio, pela capacidade de compreender as coisas e pelo seu apri-moramento constante.

Contrariar esse processo é conviver com desajustes que o levarão, em última instância, às enfermidades.

Possuir auto-estima é ter posse de si e se dar força, é saber que apesar das adversidades se pode ter força suficiente e condições para enfrentá-las da melhor forma possível tendo uma vida mais feliz!

E, então, lembre-se: Você precisa gostar em primeiro lugar de VOCÊ, não se preocupar com o que os outros pensam ao seu respeito e ... Esteja do seu lado!!!

Se necessário busque ajuda para se autoconhecer, para mudar e ser feliz!



A força da auto-estima
Escrito em 26/10/2008

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